— Emana & Co · gestão & pessoas

Gerador de PDI

Um plano que cabe no ano.

A maioria dos PDIs falha por excesso: dez competências, nenhum prazo, ninguém responsável. Aqui a lacuna vira prioridade, a prioridade vira três frentes, e cada frente sai com ação, prazo e quem responde.

01

A pessoa

Some do PDF se você marcar “só iniciais”.
Nada do que você digitar sai deste arquivo. “Só iniciais” serve para circular o plano fora da conversa com a pessoa.
É o que decide se o plano desenvolve para o cargo atual ou para o próximo — a distinção que a maioria dos PDIs mistura.
Nível é onde a pessoa está hoje. Peso é o quanto aquilo importa para este cargo — competência que não pesa no cargo não vira PDI, mesmo com nível baixo.
› Parâmetros do plano · editáveis

Mais de três frentes é a forma mais comum de um PDI não sair do papel. O padrão existe por isso — mude com consciência.

02

O plano

Prontidão para o cargo
–
do nível esperado
Frentes de trabalho
–
de – lacunas
Horizonte
–
meses até a revisão
Onde estão as lacunas

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O ano, em quatro tempos

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— A leitura da Emana

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Como usar este plano
  • PDI não é lista de curso. Se o plano couber inteiro numa plataforma de treinamento, ele não é desenvolvimento — é consumo de conteúdo. A parte que muda comportamento é a que acontece no trabalho real.
  • Três frentes é o teto, não a meta. Uma pessoa que trabalha bem duas competências no ano fez mais que outra com dez itens escritos e nenhum concluído.
  • Sem responsável e prazo, não é ação. É intenção. Cada linha deste plano tem os dois, e a conversa de acompanhamento é onde eles são cobrados.
  • O plano é da pessoa, não do RH. Ela precisa concordar com as frentes antes de começar. Um PDI entregue pronto tem a mesma taxa de execução de um que não existe.
  • Competência que não pesa no cargo não entra. Nível baixo em algo irrelevante para a função é ruído, não lacuna — e desenvolver isso é gastar o ano da pessoa com o assunto errado.