— Emana & Co · gestão & pessoas

Forecast de remuneração

O orçamento de folha, com o arrasto incluído.

Reajuste aplicado em maio custa oito meses neste ano e doze no próximo. É a conta que some da planilha e reaparece na revisão do orçamento. Aqui ela está separada, mês a mês, junto com dissídio, mérito, promoção e headcount.

01

Seu cenário

GrupoPessoasSalário
Salário médio do grupo. O forecast trabalha sobre a folha, não sobre pessoa individual.
Dissídioreajuste da convenção, para todo mundo
Méritoverba distribuída por desempenho
Promoçõesmudança de cargo ou faixa
Contrataçõescrescimento de quadro previsto
› Parâmetros · editáveis

O 13º entra como uma folha adicional no mês 12, já com o quadro e os salários daquele momento — não com os de janeiro.

02

O que os números dizem

Custo do exercício
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doze meses + 13º
Incremento no ano
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sobre o cenário sem mudança
Arrasto para o ano seguinte
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já contratado, ainda não pago
Custo mensal ao longo do exercício

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— A leitura da Emana

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Como ler este resultado
  • Arrasto é a conta que some. Um reajuste aplicado no meio do ano custa meio ano agora e um ano inteiro depois. Quem orça só o impacto do exercício descobre a diferença em janeiro seguinte.
  • Mérito não é dissídio. O dissídio é obrigatório e linear; o mérito é discricionário e concentrado. Misturar os dois na mesma linha de orçamento tira a única alavanca que o RH controla.
  • Promoção custa mais que o aumento. Muda encargo, muda provisão, muda base de mérito futuro. E costuma abrir a vaga anterior.
  • O 13º não é surpresa, é calendário. Ele entra com o quadro e os salários de dezembro, não com os de janeiro — por isso é sempre maior que a média dos meses.
  • Cenário não é previsão. Rode três: o que a empresa quer, o que o sindicato vai pedir, e o que cabe. A distância entre eles é a pauta da negociação.